
Além dos aspectos contribuintes para a hipertensão já conhecidos; excesso de sal e gordura na alimentação, sedentarismo e tabagismo, um novo aspecto surgiu para aumentar a lista: a apnéia obstrutiva do sono.
Ela é uma pausa respiratória de dez ou mais segundos durante o sono, com queixas freqüentes de ronco.
Vários estudos têm mostrado que 50% dos pacientes com apnéia são hipertensos, o que não significa que toda pessoa que ronca sofre de apnéia, é claro.
Segundo os médicos, uma média de cinco pausas respiratórias por hora já é preocupante, mas alguns pacientes chegam a ter 30 pausas nesse intervalo de tempo. A apnéia causa aumento na freqüência cardíaca e na pressão arterial. Isso acontece porque, com as freqüentes paradas respiratórias, o sangue é menos oxigenado, assim como o cérebro. Logo, o coração dispara, e a pressão sobe. Por isso, é bom estarmos alerta em caso de ronco excessivo.
Dicas do Professor
A chave é a prevenção. Parece redundante, porém vale reforçar: a prática regular de atividade física (orientada por um professor de Educação Física regulamentado), uma alimentação balanceada, descanso suficiente e saúde mental em dia são ingredientes fundamentais para um ótimo nível de saúde.
Para aqueles que já são hipertensos, uma mudança de hábitos (com os ingredientes citados acima) se faz essencial. Essa mudança deve ser acompanhada por um controle constante de exames clínicos para que seja possível observar o comportamento e status atual de sua pressão arterial e outros indicadores de saúde.
Fonte: Fleury Saúde Em Dia, 2009.



