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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A Ajuda Do Exercício Na Luta Contra O Câncer De Mama



Dentre os diversos benefícios que a prática regular da atividade física fornece, está sua importância para prevenir ou ajudar durante o tratamento do câncer, inclusive o câncer de mama.


Cientistas da escola de medicina de Harvard, em Boston, estudaram uma série de mulheres acometidas com câncer de mama e também fizeram uma revisão das informações científicas relacionadas às reações do organismo à prática de exercícios físicos durante e após o tratamento do câncer de mama.


Eles descobriram que as mulheres que se mantém ativas depois de diagnosticadas com câncer de mama têm de 30% a 50% de chance a menos de terem recorrência ou de virem a óbito por esse tipo de câncer quando comparada às mulheres sedentárias com câncer de mama.


Por esses motivos científicos, grandes entidades como a Sociedade Americana de Câncer e o Colégio Americano de Medicina do Esporte têm encorajado as mulheres com essa doença a se engajarem em atividades físicas de uma maneira segura – ou seja, sempre acompanhada de um profissional de Educação Física capacitado – visando a melhora da qualidade de vida, aumentando assim, a longevidade dessas mulheres.


Dicas do Professor:


O maior empecilho para qualquer pessoa quando diagnosticada com câncer é o medo e o desânimo, que pode levar à depressão. Por isso, e pelo que foi descoberto acima, é de muita importância que as mulheres com câncer de mama considerem a prática assídua de qualquer atividade física – controlada – que as traga prazer, não apenas visando a melhora física, mas também a melhora mental dessas mulheres.


Desta forma, haverá um ganho enorme da auto-estima e do bem-estar, o que facilitará imensamente o tratamento e a recuperação dessas mulheres.


Fonte: J Natl Compr Canc Netw. 2011 Feb;9(2):251-6.


segunda-feira, 29 de junho de 2009

Mulheres Obesas Têm Dificuldade Em Encontrar Prazer Na Atividade Física


Todos sabem dos benefícios oriundos da atividade física, inclusive as mulheres obesas. Mas há, claramente, uma dificuldade encontrada por esse grupo, não tanto para começar a praticar qualquer tipo de atividade física, mas, principalmente, para continuar a atividade por um longo período, sendo que apenas 3% das obesas dão continuidade à sua atividade física. Motivo de tudo isso pode ser parcialmente explicado pela ansiedade, aponta estudo.

Uma pesquisa realizada pela Iowa State University – EUA testou e comparou 2 grupos, um grupo com mulheres dentro do peso ideal e um outro com mulheres obesas. Os objetivos dos cientistas foram:

1 – Analisar a resposta/sentimento emocional geral que o exercício causou nas mulheres.

2 – A relação desse sentimento com a ansiedade.

De maneira interessante, foi descoberto após os testes e re-testes que o sentimento emocional geral não foi diferente entre as mulheres dentro do peso normal e as mulheres obesas. Porém, foi constatado que as mulheres obesas apresentaram valores menores de prazer conforme a intensidade do exercício aumentava, assim como níveis mais baixos de energia logo após o teste quando comparadas com as mulheres dentro do peso.

Além disso, levando em considerações os 2 grupos de mulheres, quanto maior foi o nível de prazer na atividade, menor foi o nível de ansiedade e vice-versa.

Portanto, os baixos níveis de prazer e energia apresentados pelas mulheres obesas devido, em parte, a altos níveis de ansiedade, podem explicar a baixa participação e a adesão dessas mulheres em qualquer tipo de atividade física.

Dicas do professor:

A mudança de hábito/estilo de vida não é um processo imediato. Salvo raras exceções, é extremamente difícil uma pessoa sair de um estado de total sedentarismo e hábitos não muitos saudáveis como beber, fumar e má alimentação e, de repente, querer mudar tudo de uma só vez.

Isso afeta o estado psicológico da pessoa, que acaba se desmotivando rapidamente e retornando aos maus hábitos.

A mudança deve ser gradativa e informativa, dentro dos níveis individuais de tolerância – que também é um aspecto treinável – de cada um. Não é preciso nenhuma medida radical, mas é imprescindível uma dose de força de vontade, disciplina, paciência e mente aberta para melhorar seu autoconhecimento, tudo no seu tempo.

Quando menos perceber, você já está saudável!

Fonte: Obesity (Silver Spring). 2009 Jun 25. [Epub ahead of print]

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Avaliação De Fatores Relacionados Ao Prazer Em Se Exercitar


Exercite-se sob a “influência externa” de diferentes fatores, e descubra qual (ou quais) desses fatores o motiva mais.

Todos sabem que a prática da atividade física resulta em diversos efeitos positivos tanto físicos como psicológicos. Mas apesar de estarmos muito ciente disso, a maioria das pessoas não começam a praticar qualquer atividade física e muitas que começam acabam por cessarem pouco tempo depois.

Intrigados com esse cenário, pesquisadores da Western Kentucky University – EUA, levantaram a seguinte questão: “O que motiva uma pessoa a aderir a um programa de atividade física?”
Alguns estudos quantitativos e qualitativos têm mostrado que o prazer em determinada atividade física é um aspecto importante na aderência ao exercício. Apesar dessas descobertas, há, atualmente, poucas pesquisas investigando os fatores que contribuem para o prazer na atividade física.

Os pesquisadores Americanos, então, desenvolveram um estudo que buscou examinar as variáveis que as pessoas acreditam contribuírem para isso, tais variáveis foram:

- A música usada durante a prática da atividade
- Satisfação com o profissional/instrutor/professor/personal trainer
- Identificação com certa atividade física específica

Quase 300 pessoas participaram do estudo.

A maior variância (21%) para o prazer em realizar a atividade física foi pela música usada, seguido pela satisfação com o professor (8%) e por último a identificação com certa atividade física específica (4%).

Portanto, é necessário analisar com mais profundidade os fatores música e satisfação com o professor para que possamos quantificar melhorar a aderência das pessoas seja qual for a atividade física por ela praticada.

Fonte: J Music Ther. 2003 Spring;40(1):57-73.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Depressão Aumenta A Barriga


Estudo americano explica por que a doença contribui para o acúmulo de gordura no abdômen e males cardiovasculares

Dezenas de pesquisas comprovam: a depressão está associada ao risco de problemas cardiovasculares, como derrames e infartos. A doença, aliás, já é considerada pelos médicos um estopim para os males que atacam o peito. E esse elo estaria relacionado aos quilinhos a mais que se instalam na região abdominal.

É o que confirma um trabalho americano que será publicado na edição de maio do periódico Psychosomatic Medicine. Mais do que constatar o vínculo entre o transtorno psicológico e as artérias entupidas, pesquisadores do Centro Médico da Universidade Rush, nos Estados Unidos, tentam explicar o mecanismo por trás dele.

Segundo Lynda Powell, que conduziu a pesquisa, a culpa seria de componentes inflamatórios produzidos pelo organismo dos deprimidos. Essas substâncias facilitam o acúmulo da gordura visceral, aquela que fica impregnada entre os órgãos do abdômen. Além disso, a depressão faz subir os níveis do hormônio cortisol, aumentando as taxas de glicose no sangue. Ou seja: muito mais gordura estocada – e risco cardiovascular nas alturas.

O pior é que quem sofre do transtorno acaba entrando em um labirinto: a depressão favorece a barriga protuberante, que, por sua vez, ajuda a agravar o quadro depressivo, bagunçando o trabalho de neurotransmissores por trás do bem-estar.

O estudo foi realizado com 409 mulheres que participaram do Women in the South Side Health Project (WISH), um trabalho sobre as alterações que ocorrem no organismo feminino durante a menopausa.


Fonte: abril.com.br


sábado, 3 de janeiro de 2009

Caminhada melhora a qualidade de vida dos cães e de seus donos


Todos sabem que a prática de caminhadas contribui para a prevenção de doenças, auxilia no combate à obesidade, ajuda no controle da pressão arterial, diminui o estresse, auxilia no reforço muscular e ósseo, além de melhorar a auto-estima. Poucos sabem, no entanto, que caminhar ao lado do cão pode ajudar um indivíduo a manter a saúde e a forma física. Uma pesquisa realizada pela University New South Wales, na Austrália, mostrou isso.


O estudo apontou que 41% dos proprietários de cães caminham 18% a mais do que os sem-cachorro. Naquele país, 40% da população têm cães, o que significa um total de 3,1 milhões de caninos, mostrou o levantamento. O simples fato de ter um cachorro, para muita gente, já representa uma melhora significativa no dia-a-dia. A troca de afeto e a convivência com o animal representam, muitas vezes, o ânimo que faltava para conduzir tarefas simples do cotidiano como sair de casa, conversar com vizinhos sobre assuntos amenos e fazer amigos. Os cães unem pessoas numa espécie de confraria.

Deve-se observar que, levar o cão para passear e caminhar, no entanto, são coisas completamente distintas. Enquanto passear é sair com o animal alguns minutos para que faça suas necessidades, caminhar ao lado do animal, especialmente aqueles que vivem em apartamentos, ajuda no processo de socialização, combate à obesidade, osteoartrite, doenças cardiovasculares, doenças hepática e mesmo na resistência à insulina. No animal e no dono.

Exames para ambos antes de sair para as caminhadas, recomendam os especialistas, é necessário que dono e animal passem por avaliações médicas - incluindo exames como eletrocardiograma e hemograma - com atenção especial para diabéticos e hipertensos. Os cães devem ser levados a um veterinário para fazer um eletrocardiograma. Esse exame vai determinar o ritmo das passadas e a condição física do animal. Animais com mais de sete anos, que são considerados idosos, assim como obesos, devem ser submetidos a avaliações criteriosas para checar a existência de doenças pertinentes à condição, como displasia coxo-femural, problemas de coluna e cardíacos.

Há ainda outros cuidados que devem ser tomados, como a escolha do horário mais indicado, de preferência num momento de pouco sol, já que o calor pode machucar as patas dos animais. A respiração ofegante do cão e a resistência em continuar o trajeto devem ser respeitadas.

Para mostrar ao cão a diferença entre passeio e caminhada, é preciso adotar uma postura séria, com comandos mais firmes. As paradas do cão, tão comuns nos passeios, devem ser abolidas para que se mantenha um ritmo adequado ao cachorro e ao dono. Nas caminhadas, fique atento para evitar acidentes com crianças e pessoas idosas. Use sempre os equipamentos de segurança, como coleiras e, no caso de determinadas raças, focinheiras. Manter a vacinação em dia se faz necessário e recolher as fezes do animal é um ato de educação e convívio social.

Para garantir o bem-estar de seu melhor amigo, é importante fazer com que ele beba água em pequenas quantidades e urine antes de começar a caminhada. É importante o dono segurar a coleira de maneira firme, do lado esquerdo, e manter a postura ereta. Não deixe de recompensar o cão após a caminhada com um petisco canino para condicionar o bom comportamento.

Como dicas básicas para os donos, estão o uso de roupas confortáveis e tênis, alongamento antes e depois da caminhada; hidratação antes, durante e após a prática, e a escolha de um local adequado para a caminhada, longe de calçadas esburacadas e ruas movimentadas. O ideal é manter a meta de 30 minutos por caminhada, cinco vezes por semana, pelo menos.

Sedentários devem começar caminhando três vezes por semana, por 30 minutos, para que o corpo se ajuste à nova rotina de exercícios. A partir da segunda semana, o praticante deve aumentar o tempo em 10 minutos, para que, após um mês do início da atividade, chegue a 60 minutos de caminhada por dia.

Lembrem-se: A busca de orientação especializada, se faz necessária, tanto no âmbito clínico como no técnico!


quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Qualidade de vida. Você sabe o quê é?


O termo qualidade de vida, de fato, tem sido muito utilizado ultimamente, mas não há consenso sobre sua definição.

Qualidade de vida é mais do que ter uma boa saúde física ou mental. É estar de bem com você mesmo, com a vida, com as pessoas queridas, enfim, estar em equilíbrio e viver uma vida com qualidade.

A qualidade de vida do ser humano, no sentido amplo da expressão, somente é compreendida se for captada nas suas múltiplas dimensões e isso pressupõe muitas coisas; hábitos saudáveis, cuidados com o corpo, atenção para a qualidade dos seus relacionamentos, balanço entre vida pessoal e profissional, tempo para lazer, saúde espiritual etc. Ser competente na gestão da própria saúde e estilo de vida deveria fazer parte das prioridades de todos.

O grande problema atual é que as pessoas pensam que porque fazem exercícios físicos, estão com uma boa qualidade de vida, e por muitas vezes fazem isso para ocuparem-se e até mesmo como fuga dos problemas sejam eles quais forem.

Reflexões

Como podemos ter qualidade de vida, se vivemos num planeta doente? Longas jornadas de trabalho, compromissos e responsabilidades fazem parte dessa rotina desenfreada dos dias atuais e, além disso, temos que administrar a situação do planeta. Para se ter qualidade de vida ou uma vida de qualidade, necessitamos de ar puro, do azul do céu, da brancura das nuvens e da neve, etc.

Diante das inúmeras situações que exigem elevados padrões de excelência, também somos obrigados a gerenciar nossas emoções! Complexo não é?

Um importante fator de controle da qualidade de vida é a saúde. A saúde é amplamente reconhecida como o maior e o melhor recurso para o desenvolvimento social, econômico e pessoal, assim como uma das mais importantes dimensões da qualidade de vida.

Mas durante toda a vida, todas as pessoas necessitam de água e ar puro, ambiente saudável, alimentação adequada, situações social, econômica e cultural favoráveis, prevenção de problemas específicos de saúde, assim como educação e informação.

Isto quer dizer que fatores políticos, econômicos, sociais, culturais, ambientais, comportamentais e biológicos podem tanto favorecer, como prejudicar a saúde.

Além destes elementos chamados estruturais, que dependem apenas parcialmente da decisão e ação dos indivíduos, a saúde também é decorrência dos fatores comportamentais. Isto é, as pessoas desenvolvem padrões alimentares, de comportamento sexual, de atividade física, de maior ou menor estresse na vida cotidiana e no trabalho, uso de drogas lícitas e ilícitas, entre outros, que também têm grande influência sobre a saúde.

Qualidade de vida, você sabe o que é isso?

Falamos tanto em qualidade de vida, que a palavra já não soa naturalmente em nossas vidas como algo positivo. Virou cobrança. Isso é viver com qualidade?

Buscamos tanto qualidade nas situações e nas circunstâncias, que corremos o risco de perdê-la na simplicidade das coisas. Afinal, o que é a tal, qualidade de vida?

domingo, 28 de setembro de 2008

Ciclistas que ingerem cafeína ainda uma hora antes da realização de exercício de curta duração, em competições, podem ter melhor desempenho na prova.

Este foi o resultado da pesquisa feita pelo profissional de Educação Física Leandro Ricardo Altimari, depois de realizar mais de cem testes físicos, em uma parceria entre os laboratórios de Estudos Eletromiográficos e o de Fisiologia do Exercício, ambos da Faculdade de Educação Física (FEF).


Orientado pelo professor Antonio Carlos de Moraes, Altimari concluiu que a ingestão de seis miligramas de cafeína por quilo de peso corporal aumenta o tempo de exaustão e atenua a taxa de fadiga muscular do atleta. Isto significa que o ciclista se mantém mais tempo fazendo exercício de alta intensidade.

Segundo o educador físico, a ingestão de cafeína por atletas era proibida até 2004 pela Agência Mundial Antidoping. Como a substância está presente em vários alimentos que fazem parte da dieta habitual de muitos países – e também por questões relacionadas ao controle –, acabou sendo liberada sem que sua ingestão seja hoje considerada doping.

Neste sentido, o que se buscou identificar na pesquisa realizada na FEF foi o efeito da substância sobre o desempenho físico, bem como os prováveis mecanismos de ação em exercícios de curta duração – menor que dois minutos – e alta intensidade, uma vez que seus efeitos para melhora da performance em exercício de média e longa duração já são conhecidos.

Os testes foram feitos com 12 ciclistas com idade média de 27 anos, que realizaram exercícios em ciclossimulador importado exclusivamente para avaliar as condições reais de competição.

"Procuramos simular a atividade motora de pedalada o mais próximo do realizado em ambiente externo, ou seja, durante as competições, para obter resultados eficientes", destaca o professor de Educação Física, atualmente do quadro docente da Universidade Estadual de Londrina.

Num primeiro momento foram identificadas as características fisiológicas dos voluntários. Na seqüência, foram propostas atividades, desenvolvidas entre seis e sete semanas. Para efeito de comparação, o grupo de atletas foi testado em duas condições distintas: uma com ingestão de cafeína e outra placebo, por meio de sistema duplo cego, com no mínimo 72 horas de intervalo entre os testes.

O que se observou, ao longo dos testes, foi que a cafeína atua como estimulante sobre o sistema nervoso central. Ela melhora o desempenho nos exercícios de curta duração por meio de aumento na velocidade da condução dos impulsos nervosos para as fibras musculares.

Este aspecto, explica Altimari, causa redução da taxa de fadiga muscular. Outro achado importante foi que os indivíduos iniciaram o exercício com percepção subjetiva de esforço menor após a ingestão da substância.

Segundo o estudo, a cafeína mascara a percepção que o indivíduo tem do esforço que ele realiza em determinado exercício.

Fonte: Jornal da Unicamp

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Hábitos saudáveis aumentam expectativa de vida de mulheres

E o que todo mundo já sabia foi cientificamente confirmado por uma das maiores pesquisas médicas feitas até agora no mundo.

Durante duas décadas, cientistas americanos e britânicos analisaram o estilo de vida do universo feminino.

Quase 78 mil mulheres entre 34 e 59 anos foram estudades durante 24 anos.

O objetivo não era saber, mas confirmar que as mulheres que evitam o cigarro, fazem exercícios regularmente, mantêm o peso sob controle e não consomem bebidas alcoólicas em excesso vivem mais.

A pesquisa conclui que todo cuidado é pouco, mas vale a pena. As mulheres que se cuidaram conseguiram cortar em 44% os riscos de terem qualquer tipo de câncer, e em 72% os riscos de morte por doenças cardiovasculares.

Das quase 78 mil mulheres estudadas, 8.900 morreram prematuramente durante a pesquisa. E 28% das mortes foram provocadas exclusivamente pelo fumo, 55% por uma combinação de cigarro, excesso de peso e de álcool e falta de exercícios.

Foi uma pesquisa num universo feminino, mas os cientistas britânicos admitem que o resultado serve também para os homens. Eles concluíram que ninguém precisa passar fome ou ficar horas levantando pesos para ter uma vida saudável e longa. Basta cuidar do próprio corpo.

Fonte: http://g1.globo.com

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Exercícios para memória

Adultos com problemas de memória que participaram de um programa de atividade física em casa experimentaram uma melhoria na função cognitiva em comparação com aqueles que continuaram sedentários. A conclusão é de um estudo publicado esta semana no Journal of the American Medical Association (Jama).

Nicola Lautenschlager, da Universidade de Melbourne, na Austrália, e colegas conduziram um experimento controlado para verificar se a intervenção da atividade física seria capaz de reduzir o declínio cognitivo e o risco de demência entre 138 adultos com mais de 50 anos.

Todos os participantes haviam relatado problemas de memória e foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos, um de cuidados comuns e outro que incluía um programa de 24 semanas de atividades físicas.

O objetivo da intervenção, segundo os pesquisadores, era encorajar os participantes a realizar pelo menos 150 minutos por semana de atividade física de intensidade moderada, divididos em três dias. A atividade mais freqüentemente recomendada foi caminhar.

O programa resultou em 142 minutos a mais de atividades físicas por semana quando comparado com o outro grupo. As funções cognitivas foram medidas por meio de uma escala usada em pacientes com Alzheimer, composta por uma série de testes, durante 18 meses.

Os cientistas verificaram que, ao fim do período, os participantes do grupo que se exercitou apresentaram maiores notas na escala, conhecida como Adas-Cog. Também apresentaram menores notas do que o outro grupo em um índice para medir demência.

“Pelo que sabemos, esse é o primeiro estudo a demonstrar que o exercício melhora a função cognitiva em adultos mais velhos com pequenas perdas cognitivas. Os benefícios da atividade física eram aparentes após seis meses e persistiram por pelos menos 12 meses após a intervenção ter terminado”, descreveram os autores.

“A média de melhoria 0,69 ponto na escala Adas-Cog em 18 meses, em comparação com o outro grupo, é pequena, mas importante potencialmente quando consideramos a quantidade relativamente modesta de atividade física a que os participantes se submeteram”, afirmaram.

Segundo eles, ao contrário de medicamentos, a atividade física tem a vantagem dos benefícios à saúde que não se restringem apenas à função cognitiva, mas em outros pontos como depressão, qualidade de vida, diminuição de quedas e função cardiovascular.

O artigo Physical activity for older adults at risk for Alzheimer disease, de Nicola Lautenschlager e outros, pode ser lido por assinantes da

Jama em http://jama.ama-assn.org

Estudo sugere que uso de escadas aumenta a expectativa de vida

Um estudo feito por cientistas da Suíça afirma que subir de escada em vez de usar o elevador no trabalho pode aumentar a expectativa de vida.

Abandonar o uso de elevadores e escadas-rolante pode melhorar a condição física, diminuir a gordura corporal, reduzir o tamanho da cintura e diminuir a pressão sangüínea, afirma a pesquisa feita com 69 pessoas.

Isso representaria uma redução de 15% na chance de se morrer prematuramente de qualquer doença, afirma a equipe de cientistas do Hospital Universitário de Genebra.

Os resultados do estudo foram divulgados em uma conferência da Sociedade Européia de Cardiologia, na Alemanha.

Antes do estudo, os 69 participantes tinham um estilo de vida sedentário, com menos de duas horas de exercício ou esporte por semana. Eles também subiam menos de 10 degraus por dia.

Ao longo de 12 semanas, os voluntários, que eram empregados do hospital universitário, usaram exclusivamente as escadas em vez do elevador.

Em média, o número de degraus subidos pelas pessoas aumentou para 23.

Depois de três meses de testes, os resultados mostraram melhor capacidade pulmonar, pressão sangüínea e níveis de colesterol.

O peso, a gordura corporal e a circunferência da cintura também caíram, com a melhora da capacidade aeróbica.

Os cientistas afirmam que a combinação destes resultados representa uma redução de 15% nas chances de se morrer jovem.

"Isso sugere que subir escadas pode ter um impacto significante na saúde pública", afirma Philippe Meyer, cientista que liderou a pesquisa.

Para o consultor em cardiologia britânico Adam Timmis, que assistiu à apresentação do trabalho do hospital universitário suíço, o estudo é pequeno, "mas valioso, porque fornece uma forma prática para pessoas ocupadas melhorarem a sua capacidade de fazer exercícios".

"Apesar de a quantidade de exercício parecer pequena, os benefícios são claros na melhora da condição física e redução da gordura corporal e pressão sangüínea."

Fonte: http://www.bbc.co.uk

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

O que é uma alimentação saudável?

A alimentação não se delineia enquanto uma "receita" pré- concebida e universal para todos, pois deve respeitar alguns atributos coletivos e individuais impossíveis de serem quantificados de maneira prescritiva. Contudo identifica-se alguns príncipios básicos que devem reger essa relação entre as práticas alimentares e a promoção da saúde e a prevenção de doenças.

Segue nos "links" abaixo algumas dicas da série temática do ministério da saúde

" Os 10 passos para uma alimentação saudável"
  • Alimentação saudável para todos
http://dtr2004.saude.gov.br/nutricao/documentos/10passos_adultos.pdf

  • Alimentação saudável para crianças menores de 2 anos
http://dtr2004.saude.gov.br/nutricao/documentos/10passos_criancas_pequenas.pdf

  • Alimentação saudável para crianças
http://dtr2004.saude.gov.br/nutricao/documentos/10passos_criancas.pdf

  • Alimentação saudável para adolescentes
http://dtr2004.saude.gov.br/nutricao/documentos/10passos_adolescentes.pdf

  • Alimentação saudável para pessoas com mais de 60 anos
http://dtr2004.saude.gov.br/nutricao/documentos/10passos_idosos.pdf

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Como manter a saúde sem sair do escritório


Passamos a maior parte dos dias do ano trabalhando. Então, como transformar esse tempo para manter a saúde? Vamos levantar alguns temas, bastante comuns a quem trabalha em escritórios.
  • Como não ganhar peso ou mesmo manter uma dieta, no escritório

O hábito de se levar guloseimas ou mesmo dispor de um lanche coletivo é potencialmente destrutivo para a decisão de se manter uma dieta saudável. Que tal juntar quem está tentando manter o peso e mudar os hábitos estimulando a disponibilidade de frutas e lanches saudáveis ao invés dos tradicionais biscoitinhos e doces?

  • Manter-se hidratado o tempo todo

Por estarmos concentrados no trabalho e muitas vezes por preguiça mesmo, não ingerimos a quantidade de água ideal durante o dia. Aquela moleza que vem no meio da tarde, pode ser sinal de desidratação. A quantidade ideal de água e líquidos a serem ingeridos fica em torno dos dois a três litros por dia de trabalho. Deixe uma garrafa de água em sua mesa para lembrar que devemos tomar em torno de dez copos de água por dia

  • Movimente-se

O sedentarismo e a falta de exercícios infelizmente são muito comuns e a desculpa de que não podemos nos afastar do trabalho ou que devemos terminar uma tarefa importante não ajudam. Passe a fazer uma caminhada na hora do almoço, arranje companhia entre seus colegas para que um ajude o outro a não desistir. Outra opção simples é a troca do elevador pela utilização das escadas.

  • O que comer e quanto comer

Não deixe que a necessidade de se alimentar fora de casa signifique uma dieta inadequada, opte por alimentos saudáveis e lembre-se que além de comer alimentos saudáveis, é preciso comer somente o que precisa.

Nem sempre comer um pedaço de pizza ou um sanduíche é um pecado mortal, porém associe um sanduíche menor ou menos pedaços de pizza a uma salada, por exemplo, evitando o excesso de calorias.

HC recruta pessoas com diabetes para estudo

Projeto de pesquisa do Hospital das Clínicas (HC) e Faculdade de Saúde Pública (FSP), ambos da USP, convida pacientes com diabetes tipo II para testes. Serão selecionadas pessoas com sobrepeso, acima de 40 anos e que não sejam usuários de insulina.

Durante o estudo, os pacientes passarão fazer exercícios físicos e receberão suplementação de creatina. Nos primeiros três meses, os exercícios terão supervisão de professores de Educação Física. Após a pesquisa, os pacientes receberão orientações nutricionais e um programa de atividade física personalizados.

As atividades se realizarão no HC. Os interessados deverão ter disponibilidade para frequentar as aulas de atividade física três vezes por semana (manhã, tarde ou noite). Para participar do estudo, o interessado deve ligar para (11) 3069-8022 ou escrever para gualano@usp.brEste endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. . O HC fica na av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 255 - Cerqueira César, São Paulo.

Fonte: Universidade de São Paulo

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

A Importância do ferro na alimentação

O Ferro é um nutriente essencial para a vida e atua principalmente na síntese (fabricação) das células vermelhas do sangue e no transporte do Oxigênio para todas as células do corpo.

A deficiência de ferro pode apresentar-se em graus variáveis, que vai desde a depleção do ferro, sem comprometimentos orgânicos, até a anemia por deficiência de ferro que afeta vários sistemas orgânicos. A depleção de ferro supõe uma diminuição dos depósitos de ferro, mas a quantidade de ferro funcional pode não estar alterada. Ou seja, indivíduos com depleção de ferro não possuem mais ferro de reserva para ser mobilizado, caso o organismo necessite.

O Ferro pode ser fornecido ao organismo por alimentos de origem animal e vegetal. O ferro de origem animal é melhor aproveitado pelo organismo. São melhores fontes de ferro as carnes vermelhas, principalmente fígado de qualquer animal e outras vísceras (miúdos), como rim e coração; Carnes de aves e de peixe; e mariscos crus. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o leite e o ovo não são fontes importantes de Ferro. Contudo, no mercado já existem os leites enriquecidos com Ferro.

Entre os alimentos de origem vegetal, destaca-se como fonte de ferro os folhosos verde-escuros (exceto espinafre), como agrião, couve, cheiro-verde, taioba; as leguminosas (feijões, fava, grão-de-bico, ervilha, lentilha); grãos integrais ou enriquecidos; nozes e castanhas, melado de cana-de-açúcar, rapadura e açúcar mascavo. Também existem disponíveis no mercado alimentos fortificados com ferro como farinhas de trigo e milho, cereais matinais, entre outros.

A presença de ácido ascórbico, disponível em frutas cítricas, e alimentos ricos em proteínas na refeição melhora a absorção de ferro proveniente de produtos vegetais, como: brócolis, beterraba, couve-flor e outros. Por outro lado, existem alguns fatores (fosfatos, polifenóis, taninos, cálcio) que podem inibir a absorção do ferro, presentes em café, chá, mate, cereais integrais, leite e derivados.

Ressalta-se que o leite materno é considerado fator protetor contra Anemia por Deficiência de Ferro devido à alta biodisponibilidade do ferro existente. Estudos evidenciam associação de anemia em crianças que tiveram pouco tempo de aleitamento materno exclusivo, alimentação prolongada com leite de vaca e com a introdução da alimentação complementar precoce.

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terça-feira, 26 de agosto de 2008

Futuro sem engarrafamento

Tendo crescido sem um plano de mobilidade urbana, as grandes metrópoles sofrem hoje com o trânsito excessivo e com poucas alternativas de transporte público. Para evitar que as cidades médias tenham os mesmos problemas no futuro, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) desenvolveram um sistema on-line que permite a participação da população no processo decisório de planejamento da mobilidade urbana.

O Sistema de Suporte à Decisão Espacial para o Planejamento Urbano e de Transportes Integrado e Sustentável (Planuts) é resultado da pesquisa de doutorado de Renata Cardoso Magagnin, professora do Departamento de Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo da Unesp, em Bauru (SP).

A tese foi defendida no Departamento de Transportes da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, com orientação de Antonio Nelson Rodrigues da Silva. O sistema, projetado para cidades de pequeno e médio porte, está sendo testado em Bauru (SP), que tem 350 mil habitantes.

“A idéia é fazer com que os processos decisórios fiquem mais próximos da realidade da população. Com a ferramenta, os planos de mobilidade poderão ser elaborados com base em avaliações feitas por especialistas e por moradores”

O Planuts, segundo ela, poderá ser utilizado durante a fase de planejamento e desenvolvimento do plano diretor do município, servindo também, mais tarde, para a avaliação do plano implementado. A pesquisadora aponta que a ferramenta ajudará as cidades médias a se adequar à legislação.

“O Ministério das Cidades estabeleceu que todas as cidades com mais de 500 mil habitantes são obrigadas a ter um Plano Diretor de Mobilidade. E o Estatuto das Cidades também estimula a adoção de planos semelhantes por cidades com mais de 100 mil moradores”, afirmou.

A ferramenta permite que os moradores e especialistas avaliem os problemas, necessidades e prioridades da cidade em termos de mobilidade urbana, gerando uma série de indicadores que podem ser usados pelos gestores para traçar o planejamento.

“O sistema tem quatro módulos de avaliação da mobilidade: avaliação de categorias, escolha de indicadores, definição das prioridades e escolha dos cenários. No primeiro módulo são consideradas cinco categorias ligadas ao transporte: meio ambiente, infra-estrutura, planejamento, gestão e aspectos socioeconômicos”

Fonte: http://www.planuts.com.br/

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Envelhecer com saúde e com felicidade


Muito tem se falado sobre o aumento dos índices de envelhecimento da população mundial. Dados recentes dão conta de que as pessoas com mais de 65 anos, que eram 3% da população brasileira em 1970, corresponderão a cerca de 19% em 2050. Diante dessa nova realidade, é preciso pensar a respeito da qualidade do nosso envelhecimento e sobre o tipo de vida que estamos preparando para o futuro.

A prática do dia-a-dia revela que muitos idosos têm chegado à terceira idade incapacitados por doenças que na maioria das vezes poderiam ter sido prevenidas. Segundo estudos da Organização Mundial de Saúde, cerca de 60% dos agravos à saúde que ocorrem com a população devem-se à adoção de hábitos insalubres, falta de exercícios físicos, vícios e alimentação em excesso, por exemplo.

Isso reforça a idéia de que nossa saúde depende de escolhas essenciais que fazemos ao longo da vida, como não fumar, comer moderadamente, usar protetor solar e se exercitar de acordo com o recomendável para a faixa etária e para as condições físicas. A receita parece simples (e, inclusive, barata), mas por que não a seguimos?

Todos sabem os males que práticas como o tabagismo podem causar, mas poucos seguem a recomendação de abandonar o vício, mesmo com um risco claro e iminente de um problema sério de saúde, como um enfarto do coração ou diversos tipos de câncer. Há pessoas que acreditam no fator genético como garantia de um envelhecimento sadio, porém é preciso compreender que a genética pode ampliar as fronteiras da idade, mas não garante qualidade de vida.

Envelhecer bem é o prêmio de quem começa a se cuidar mais cedo e, para isso, temos à disposição diversas ferramentas. O desenvolvimento e o acesso à medicina preventiva, novos conhecimentos científicos, descobertas tecnológicas e o mais importante, nossa disposição pessoal, são algumas delas.

Não há uma receita para a conquista da saúde e do envelhecimento saudável, mas se podemos dar um conselho a vocês, leitores do Álvaro Rosa Condicionamento Físico & Performance, peçamos para que cuidem de seus hábitos, descubram múltiplos interesses, leiam, joguem xadrez, montem quebra-cabeças, cantem, dancem, fujam do estresse, sejam felizes (não fiquem esperando um momento ou uma condição para a felicidade) e construam boas relações sociais. Essas pequenas ações podem ser sementes que darão frutos para uma vida longa e saudável.

Lembrem se que, o ser humano não nasceu para ficar parado!

“Quem quer, encontra um meio. Quem não quer, encontra uma desculpa!"


segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Mulheres com cólicas devem praticar exercícios físicos

Ao contrário do que é pensado mundialmente pelas mulheres, a prática de exercícios físicos pode auxiliar no combate às dores causadas pelas cólicas menstruais.

Esse desconforto é tido como tão grande pelas mulheres que algumas delas têm o dia completamente prejudicado, não conseguindo fazer nada normalmente. Porém, se a situação for possível de suportar, a mulher pode tomar algumas providências para melhorar.

Ao iniciar a atividade física pode se perceber um desconforto comum, mas em seguida a dor melhora gradativamente conforme a circulação sanguínea vai se intensificando – motivo pelo qual se dá a cólica, a falta de circulação na região uterina. Além disso, a liberação de adrenalina faz com que a pessoa se sinta melhor, mascarando a dor.

Outras medidas podem ser tomadas, tais como a regulamentação da alimentação, uma maior hidratação e drenagem linfática, outros fatores que auxiliam a melhorar a circulação nas veias e artérias próximas ao útero.



Fonte: MBPress - Bem-Estar

terça-feira, 29 de julho de 2008

Casamento com fumante 'eleva em até 72% risco de infarto'

Ter um cônjuge fumante pode aumentar em até 72%, no pior dos casos, o risco de sofrer ataque cardíaco, indicam os resultados de uma pesquisa conduzida na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Analisando os dados de mais de 16 mil pessoas, a investigação estimou que um ex-fumante que se casa com alguém que fuma tem até 72% mais chances de ter um infarto que se fosse casado com um não-fumante.

No caso de pessoas que nunca fumaram, ser casado com fumantes aumenta os riscos em 42%, estimou a pesquisa, que sairá na edição de setembro da revista cientifica American Journal of Preventative Medicine.

Os pesquisadores não observaram aumentos de risco de infarto quando o cônjuge já largou o fumo, eles afirmaram.

Os dados de pessoas com mais de 50 anos foram tirados do levantamento nacional Health and Retirement Study (HRS) de 1992 1993, 1998 e 2004.

A incidência de infartos foi acompanhada em cada pessoa por em média 9.1 anos. Os cientistas ajustaram os modelos anulando outros fatores de risco, como idade, genética, renda, obesidade, uso de álcool e doenças que podem prejudicar o coração.

Embora o fumo passivo seja amplamente aceito como fator de risco para doenças coronárias, poucos estudos investigam a associação entre este fator e os riscos de infartos.

“Os benefícios à saúde de abandonar o fumo provavelmente se estendem para além do fumante individual”, escreveu, no artigo, a pesquisadora M. Maria Glymour, da Escola de Saúde Pública de Harvard.

"Também afeta seus cônjuges, com a potencial multiplicação dos benefícios ao se parar de fumar."

Fonte:

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Atividade física é bom para gestante e também para o bebê


No passado, médicos proibiam atividades físicas para gestantes.
Agora, com acompanhamento, elas são até encorajadas.
Durante muito tempo a gestação era um período de inatividade para as mulheres que eram orientadas a evitar as academias ou mesmo atividades como caminhadas ou natação. Segundo o presidente da Associação Alemã de Ginecologia, Christian Albring, a prática de exercícios, desde que liberada pelo obstetra, deve fazer parte da vida da gestante.
  • Os exercícios indicados

A quantidade e o tipo de atividades devem ser adequados ao período da gravidez e ao condicionamento físico prévio da mulher. As atividades de impacto e os esportes competitivos não são indicados às grávidas.Especialmente esportes que envolvam movimento súbitos e aumentos repentinos da frequência cardíaca.

A natação em água com temperatura acima dos 20 graus parece ser a melhor opção, a flutuação do corpo alivia a sobrecarga de peso sobre as articulações. Outra característica interessante das atividades aquáticas é o fato de que a frequência cardíaca não se eleva de forma súbita durante uma sessão de natação, por exemplo.

Esteiras, bicicletas e aparelhos aeróbicos. O uso desses equipamentos pelas grávidas permite que intensidade do esforço seja ajustada individualmente. Acompanhada pelo monitoramento da freqüência cardíca durante o esforço, permite que os limites estabelecidos no planejamento da sessão de exercícios não sejam ultrapassados.

Outra área que sofria limitações até pouco tempo era a musculação para grávidas. Os exercícios de resistência utilizando pesos não estão proibidos para as gestantes. A carga de peso utilzada deve ser diminuída e deve-se selecionar os grupamentos musculares exercitados.

O abdomen obviamente deverá ser poupado, porém trabalhar pernas e braços não apresenta problemas.

A única atividade física realmente probida às grávidas é o mergulho com garrafas. Existe uma correlação direta entre essa atividade e o aparecimento de deformidades fetais.

Se existe uma recomendação geral sobre o tema essa deve ser de que as gestantes devem utilizar a sensação de conforto como medida de segurança.

O aparecimento de qualquer sintoma, tal como, alterações de visão, dor de cabeça, nausea ou vertigem deve levar a grávida a discutir com seu médico sobre os exercícios praticados.

Fonte:

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Cuidados com a baixa umidade relativa do ar


É de extrema importância a atenção para uma alimentação saudável na busca da manutenção da saúde e qualidade de vida, especialmente em situações de risco. Por isso orientaremos nossos leitores sobre os tipos de alimentos mais recomendados para esse período crítico de baixa umidade relativa do ar, clima seco com queimadas, sem previsão de chuvas e altas temperaturas.

Neste período, a principal preocupação é manter o organismo hidratado e confortável em relação aos processos digestivos, ou seja, para evitar a desidratação. Aconselha-se a ingestão de líquidos em abundância como: água, água de coco, sucos de frutas naturais e alimentos com alto teor de líquidos e baixa densidade calórica como a melancia, melão, laranja, entre outros.

A alimentação diária deve ser fracionada em pelo menos quatro refeições sempre composta de frutas, verduras e legumes, carne magra, arroz e feijão em pequenas quantidades, com diminuição de gorduras de origem animal, frituras e alta concentração de açúcares.

A desidratação é o principal problema causado nessa época do ano. Crianças e Idosos são os maiores prejudicados. É indicado a ingestão de no mínimo três a quatro litros de água diária. A ingestão de líquidos deve ser aumentada em um terço do que é sugerido como consumo diário dos adultos.

O líquido deve ser oferecido constantemente para as crianças, mas deve-se evitar o uso de refrigerantes porque essas bebidas não hidratam o corpo. Já os sucos, a água de coco ou a água natural devem ser usados sem qualquer restrição, pois a desidratação leva à sérios problemas renais, alertam os especialistas. É importante também a orientação para a diminuição da ingestão de bebidas alcoólicas e do consumo do tabagismo.


As atividades físicas regulares são essenciais para uma qualidade de vida e bom estado da saúde. Em locais com altas temperaturas, recomenda-se não praticar exercícios físicos em que o corpo fique expostos ao sol no período de 10 as 16 horas.

Deve-se atentar principalmente às crianças e aos idosos que são mais propensos a sofrer com o desconforto causado pela baixa umidade do ar, apresentando problemas de saúde por ter uma imunidade mais baixa em relação às outras pessoas.

Quando a umidade relativa do ar estiver abaixo de 15% também se recomenda não praticar nenhum tipo de atividade física.