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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Cuidado com os pés diminui risco de amputação entre diabéticos

Região é vulnerável a infecções, perda de sensibilidade e fluxo de sangue.

Medicação que controla nível de gordura no sangue minimiza problemas.

Os diabéticos sabem que devem cuidar de seus pés. Infelizmente ainda vemos muitos casos de amputações nas extremidades inferiores, dedos e pés. Em nosso país a doença é a primeira causa das amputações não traumáticas de membros inferiores.

Segundo o Ministério da Saúde, o diabetes atinge 5,2% dos adultos acima dos 18 anos, correspondendo a aproximadamente 6 milhões de pessoas. As causas principais das amputações são as infecções e os pequenos ferimentos. Os diabéticos apresentam diminuição da sensibilidade e diminuição da irrigação sanguínea. Esses fatores facilitam a instalação das infecções e dificultam o tratamento.

A prevenção do diabetes e seu tratamento adequado poderiam diminuir o número de pacientes que precisam passar por essas cirurgias mutiladoras. Pesquisadores descobriram que pacientes diabéticos, portadores de diabetes tipo 2, o mais comum, agora têm nova arma contra esse problema. Usar um tipo de medicação que ajuda a controlar as gorduras do sangue chamadas de fenofibratos diminui o risco de amputações nesses pacientes.

A conclusão veio após o acompanhamento de mais de 10 mil diabéticos por cinco anos. A utilização dos fenofibratos cortou em 36% o risco de amputações nos participantes do estudo.

Os especialistas recomendam que, além do tratamento medicamentoso, os diabéticos tomem muito cuidado com seus pés. Após a higiene rigorosa, os pés devem ser mantidos secos e os calçados devem ser sempre confortáveis e bem ajustados.

Fonte: www.g1.com

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Treinamento De Força No Tratamento De Diabetes E Obesidade


Uma revisão científica de vários estudos comprova a eficácia do Treinamento de Força em indivíduos nessas condições.

Cientistas da University School Of Medicine de Boston – EUA, realizaram uma pesquisa que teve como objetivo a coleta do maior número possível de artigos científicos que tratassem do treinamento resistido (treinamento de força) no tratamento da Diabetes e da Obesidade.

O estudo desses cientistas buscou, principalmente, artigos que explicassem em detalhes os mecanismos biológicos por trás dos benefícios do treinamento de força para essa população.

Foi descoberto por eles que o treinamento resistido parece mesmo aumentar a sensibilidade à insulina e a melhorar a tolerância à glicose em vários desses estudos.

Além disso, os estudos comprovam que o consumo de glicose não é uma mera conseqüência do típico aumento da massa magra associado ao treinamento resistido, mas sim é um resultado de mudanças qualitativas no músculo treinado nessa modalidade.

Há também provas substanciais de que o treinamento resistido pode alterar de maneira eficaz a composição corporal nos homens e nas mulheres. Esse tipo de treinamento aumenta a massa magra total, força muscular, taxa metabólica basal e, preferencialmente, mobiliza o tecido adiposo visceral e subcutâneo na região abdominal.

Os pesquisadores reforçam a necessidade e a importância do treinamento resistido (além do treinamento aeróbio) para diabéticos e obesos.

Fonte: J Cardiopulm Rehabil Prev. 2009 Mar-Apr;29(2):67-75.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Caminhada melhora a qualidade de vida dos cães e de seus donos


Todos sabem que a prática de caminhadas contribui para a prevenção de doenças, auxilia no combate à obesidade, ajuda no controle da pressão arterial, diminui o estresse, auxilia no reforço muscular e ósseo, além de melhorar a auto-estima. Poucos sabem, no entanto, que caminhar ao lado do cão pode ajudar um indivíduo a manter a saúde e a forma física. Uma pesquisa realizada pela University New South Wales, na Austrália, mostrou isso.


O estudo apontou que 41% dos proprietários de cães caminham 18% a mais do que os sem-cachorro. Naquele país, 40% da população têm cães, o que significa um total de 3,1 milhões de caninos, mostrou o levantamento. O simples fato de ter um cachorro, para muita gente, já representa uma melhora significativa no dia-a-dia. A troca de afeto e a convivência com o animal representam, muitas vezes, o ânimo que faltava para conduzir tarefas simples do cotidiano como sair de casa, conversar com vizinhos sobre assuntos amenos e fazer amigos. Os cães unem pessoas numa espécie de confraria.

Deve-se observar que, levar o cão para passear e caminhar, no entanto, são coisas completamente distintas. Enquanto passear é sair com o animal alguns minutos para que faça suas necessidades, caminhar ao lado do animal, especialmente aqueles que vivem em apartamentos, ajuda no processo de socialização, combate à obesidade, osteoartrite, doenças cardiovasculares, doenças hepática e mesmo na resistência à insulina. No animal e no dono.

Exames para ambos antes de sair para as caminhadas, recomendam os especialistas, é necessário que dono e animal passem por avaliações médicas - incluindo exames como eletrocardiograma e hemograma - com atenção especial para diabéticos e hipertensos. Os cães devem ser levados a um veterinário para fazer um eletrocardiograma. Esse exame vai determinar o ritmo das passadas e a condição física do animal. Animais com mais de sete anos, que são considerados idosos, assim como obesos, devem ser submetidos a avaliações criteriosas para checar a existência de doenças pertinentes à condição, como displasia coxo-femural, problemas de coluna e cardíacos.

Há ainda outros cuidados que devem ser tomados, como a escolha do horário mais indicado, de preferência num momento de pouco sol, já que o calor pode machucar as patas dos animais. A respiração ofegante do cão e a resistência em continuar o trajeto devem ser respeitadas.

Para mostrar ao cão a diferença entre passeio e caminhada, é preciso adotar uma postura séria, com comandos mais firmes. As paradas do cão, tão comuns nos passeios, devem ser abolidas para que se mantenha um ritmo adequado ao cachorro e ao dono. Nas caminhadas, fique atento para evitar acidentes com crianças e pessoas idosas. Use sempre os equipamentos de segurança, como coleiras e, no caso de determinadas raças, focinheiras. Manter a vacinação em dia se faz necessário e recolher as fezes do animal é um ato de educação e convívio social.

Para garantir o bem-estar de seu melhor amigo, é importante fazer com que ele beba água em pequenas quantidades e urine antes de começar a caminhada. É importante o dono segurar a coleira de maneira firme, do lado esquerdo, e manter a postura ereta. Não deixe de recompensar o cão após a caminhada com um petisco canino para condicionar o bom comportamento.

Como dicas básicas para os donos, estão o uso de roupas confortáveis e tênis, alongamento antes e depois da caminhada; hidratação antes, durante e após a prática, e a escolha de um local adequado para a caminhada, longe de calçadas esburacadas e ruas movimentadas. O ideal é manter a meta de 30 minutos por caminhada, cinco vezes por semana, pelo menos.

Sedentários devem começar caminhando três vezes por semana, por 30 minutos, para que o corpo se ajuste à nova rotina de exercícios. A partir da segunda semana, o praticante deve aumentar o tempo em 10 minutos, para que, após um mês do início da atividade, chegue a 60 minutos de caminhada por dia.

Lembrem-se: A busca de orientação especializada, se faz necessária, tanto no âmbito clínico como no técnico!


quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Um ovo por dia aumenta risco de diabetes, diz estudo

Pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade Harvard.
Risco aumenta em 58% para os homens e 77% para as mulheres.

O risco do diabetes aumenta progressivamente com o consumo de ovos por semana. O efeito é diferente entre homens e mulheres.

No grupo de maior consumo, com um ovo por dia em média, o risco aumenta em 58% para os homens e 77% para as mulheres.

Os ovos são a fonte mais importante de colesterol da dieta humana. Cada unidade contém cerca de 200 mg de colesterol, além de 1,5 g de gordura saturada. Apenas esses dois elementos já aumentam o risco de diabetes.

Esses dados vêm de dois estudos com um número expressivo de participantes. Foram analisados mais de 20 mil homens e 36 mil mulheres, todos profissionais de saúde, saudáveis no início da pesquisa e acompanhados por mais de 20 anos.

Nos dois grupos o número de casos de diabetes, durante o estudo, estava relacionado ao consumo de ovos e altos níveis de colesterol na dieta.

A relação entre os ovos e o diabetes se manteve, apesar dos outros fatores de risco habituais para a doença.

Uma dieta equilibrada está entre os hábitos saudáveis que podem prevenir o aparecimento de doenças crônicas.

Fonte: Diabetes Care

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Diabete gestacional pode afetar desenvolvimento da linguagem no bebê

O diabetes gestacional – um quadro que se desenvolve quando as mulheres não conseguem produzir insulina durante a gravidez – tem sido relacionado a uma variedade de problemas nas crianças, incluindo um risco maior de obesidade e diabetes. Agora, um estudo revela que essas crianças têm duas vezes mais chances de ter retardos no desenvolvimento da linguagem, em comparação a outras crianças.

A análise, que aparece na edição de novembro do "Pediatrics", comparou 221 crianças de mães diabéticas com 2.612 crianças de mães não-diabéticas.

Após controlar fatores como a idade da mãe, nível de instrução, tabagismo, saúde do bebê no nascimento e outros fatores, os pesquisadores descobriram que das crianças que foram mal em pelo menos dois testes de linguagem entre 18 meses e 7 anos, 26% tinham mães diabéticas.

Em todas as idades, concluíram os cientistas, a diabetes gestacional é associada a um déficit nas habilidades lingüísticas, e a associação é ainda mais forte do que com qualquer outro fator, com exceção do nível de instrução da mãe.

Fonte: PEDIATRICS Vol. 122 No. 5 November 2008, pp. e1073-e1079