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sábado, 3 de janeiro de 2009

Caminhada melhora a qualidade de vida dos cães e de seus donos


Todos sabem que a prática de caminhadas contribui para a prevenção de doenças, auxilia no combate à obesidade, ajuda no controle da pressão arterial, diminui o estresse, auxilia no reforço muscular e ósseo, além de melhorar a auto-estima. Poucos sabem, no entanto, que caminhar ao lado do cão pode ajudar um indivíduo a manter a saúde e a forma física. Uma pesquisa realizada pela University New South Wales, na Austrália, mostrou isso.


O estudo apontou que 41% dos proprietários de cães caminham 18% a mais do que os sem-cachorro. Naquele país, 40% da população têm cães, o que significa um total de 3,1 milhões de caninos, mostrou o levantamento. O simples fato de ter um cachorro, para muita gente, já representa uma melhora significativa no dia-a-dia. A troca de afeto e a convivência com o animal representam, muitas vezes, o ânimo que faltava para conduzir tarefas simples do cotidiano como sair de casa, conversar com vizinhos sobre assuntos amenos e fazer amigos. Os cães unem pessoas numa espécie de confraria.

Deve-se observar que, levar o cão para passear e caminhar, no entanto, são coisas completamente distintas. Enquanto passear é sair com o animal alguns minutos para que faça suas necessidades, caminhar ao lado do animal, especialmente aqueles que vivem em apartamentos, ajuda no processo de socialização, combate à obesidade, osteoartrite, doenças cardiovasculares, doenças hepática e mesmo na resistência à insulina. No animal e no dono.

Exames para ambos antes de sair para as caminhadas, recomendam os especialistas, é necessário que dono e animal passem por avaliações médicas - incluindo exames como eletrocardiograma e hemograma - com atenção especial para diabéticos e hipertensos. Os cães devem ser levados a um veterinário para fazer um eletrocardiograma. Esse exame vai determinar o ritmo das passadas e a condição física do animal. Animais com mais de sete anos, que são considerados idosos, assim como obesos, devem ser submetidos a avaliações criteriosas para checar a existência de doenças pertinentes à condição, como displasia coxo-femural, problemas de coluna e cardíacos.

Há ainda outros cuidados que devem ser tomados, como a escolha do horário mais indicado, de preferência num momento de pouco sol, já que o calor pode machucar as patas dos animais. A respiração ofegante do cão e a resistência em continuar o trajeto devem ser respeitadas.

Para mostrar ao cão a diferença entre passeio e caminhada, é preciso adotar uma postura séria, com comandos mais firmes. As paradas do cão, tão comuns nos passeios, devem ser abolidas para que se mantenha um ritmo adequado ao cachorro e ao dono. Nas caminhadas, fique atento para evitar acidentes com crianças e pessoas idosas. Use sempre os equipamentos de segurança, como coleiras e, no caso de determinadas raças, focinheiras. Manter a vacinação em dia se faz necessário e recolher as fezes do animal é um ato de educação e convívio social.

Para garantir o bem-estar de seu melhor amigo, é importante fazer com que ele beba água em pequenas quantidades e urine antes de começar a caminhada. É importante o dono segurar a coleira de maneira firme, do lado esquerdo, e manter a postura ereta. Não deixe de recompensar o cão após a caminhada com um petisco canino para condicionar o bom comportamento.

Como dicas básicas para os donos, estão o uso de roupas confortáveis e tênis, alongamento antes e depois da caminhada; hidratação antes, durante e após a prática, e a escolha de um local adequado para a caminhada, longe de calçadas esburacadas e ruas movimentadas. O ideal é manter a meta de 30 minutos por caminhada, cinco vezes por semana, pelo menos.

Sedentários devem começar caminhando três vezes por semana, por 30 minutos, para que o corpo se ajuste à nova rotina de exercícios. A partir da segunda semana, o praticante deve aumentar o tempo em 10 minutos, para que, após um mês do início da atividade, chegue a 60 minutos de caminhada por dia.

Lembrem-se: A busca de orientação especializada, se faz necessária, tanto no âmbito clínico como no técnico!


terça-feira, 4 de novembro de 2008

Remédio para osteoporose prejudica o coração, diz estudo

Um remédio recomendado para pessoas com osteoporose pode aumentar substancialmente as chances do paciente desenvolver uma doença cardíaca grave, a fibrilação atrial.


Segundo pesquisadores americanos, quem se trata com as drogas alendronato e ácido zoledrónico - que servem para desacelerar o avanço da osteoporose - tem duas vezes mais chances de ter problemas cardíacos desse tipo, responsável por fazer com que os batimentos do coração fiquem irregulares.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram três estudos que envolveram mais de 16.000 pacientes que tomavam essas drogas. A partir de análises, os pesquisadores descobriram que aqueles que tomaram a droga tinham duas vezes mais probabilidade de sofrer com fibrilação atrial do que aqueles que não tomavam o remédio.


Entre os sintomas mais conhecidos da doença estão dores no peito, dificuldades para respirar e palpitações. Com a fibrilação atrial o coração bate rápido e sem ritmo. Dessa forma, o sangue passa a ser bombeado de forma ineficaz, ficando acumulado nas câmaras do coração. Como conseqüência, aumenta-se o risco de coágulo sanguíneo, que pode vir a provocar embolia pulmonar, trombose nas pernas e até o acidente vascular cerebral.

De acordo com a Associação Americana do Coração, cerca de 15% dos derrames ocorrem em pessoas com fibrilação atrial. No total, 2,2 milhões de americanos têm esse tipo de arritmia.


Segundo os autores do estudo, a partir de agora, os médicos devem ter cuidado ao prescrever a medicação para pacientes com problemas no coração. A fibrilação atrial pode ser ainda mais grave em pessoas com doenças cardíacas pré-existentes ou pressão arterial elevada, disse a coordenadora do estudo, Jennifer Miranda, médica do Jackson Memorial Hospital, em Miami, nos Estados Unidos.

Fonte: http://www.educaçãofisica.com.br/

Veja online - Saúde

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Dieta ocidental é a que mais traz riscos de infarto, diz estudo

Um estudo canadense sobre hábitos alimentares identificou a dieta ocidental como sendo a que mais traz riscos de problemas cardíacos.

Conduzido por pesquisadores da Universidade McMaster e publicado na edição desta terça-feira da revista científica "Circulation", o estudo analisou a dieta de 16 mil pessoas em 52 países e identificou três padrões alimentares globais.

A típica dieta ocidental, rica em gordura, sal e carne, seria responsável por um aumento de 30% no risco de desenvolver doenças cardíacas em qualquer população.

A dieta oriental, rica em tofu, soja e molhos, não teve nenhum impacto no risco de desenvolver problemas do coração.

Já a chamada dieta "prudente", rica em frutas e verduras, reduziria o risco em até 33%.


Riscos

Para realizar o estudo, os pesquisadores formularam um questionário que avaliava as dietas com base em 19 grupos de alimentos.

O questionário foi então respondido por cerca de 5,5 mil pacientes que haviam sofrido ataques cardíacos e 10 mil pessoas saudáveis.

De acordo com os resultados, as pessoas que seguiam a dieta ocidental apresentavam um risco 35% maior de sofrer um ataque cardíaco do que aquelas que comiam pouco ou nenhuma fritura ou carnes.

Estudos anteriores já haviam relacionado a dieta ocidental com o risco de desenvolver doenças cardíacas. O sal presente na dieta pode provocar um aumento na pressão sangüínea e algumas gorduras podem bloquear as veias e artérias.

No entanto, os pesquisadores ressaltam que as mesmas relações entre a dieta e o risco de doenças cardíacas observadas nos países ocidentais existem ainda em outras regiões do mundo.

"Cerca de 30% do risco de doenças cardíacas em uma população pode ser relacionado a uma dieta pobre", disse Romania Iqbal, que coordenou o estudo.

Segundo ela, apesar de alguns componentes da dieta oriental serem prejudiciais ao coração - como o sal no molho de soja, por exemplo - esses elementos são neutralizados por outros que protegem o corpo.

Para Ellen Mason, da Fundação Britânica do Coração, o importante é cuidar da dieta.

"O estudo demonstra que não importa se você mora em Mumbai ou na Inglaterra, ou se você come a culinária britânica, caribenha ou asiática. O vital é reduzir o consumo de comidas salgadas, fritas e gordurosas ao mínimo e aumentar a quantidade de frutas e verduras que você come", afirmou Mason.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Hábitos saudáveis aumentam expectativa de vida de mulheres

E o que todo mundo já sabia foi cientificamente confirmado por uma das maiores pesquisas médicas feitas até agora no mundo.

Durante duas décadas, cientistas americanos e britânicos analisaram o estilo de vida do universo feminino.

Quase 78 mil mulheres entre 34 e 59 anos foram estudades durante 24 anos.

O objetivo não era saber, mas confirmar que as mulheres que evitam o cigarro, fazem exercícios regularmente, mantêm o peso sob controle e não consomem bebidas alcoólicas em excesso vivem mais.

A pesquisa conclui que todo cuidado é pouco, mas vale a pena. As mulheres que se cuidaram conseguiram cortar em 44% os riscos de terem qualquer tipo de câncer, e em 72% os riscos de morte por doenças cardiovasculares.

Das quase 78 mil mulheres estudadas, 8.900 morreram prematuramente durante a pesquisa. E 28% das mortes foram provocadas exclusivamente pelo fumo, 55% por uma combinação de cigarro, excesso de peso e de álcool e falta de exercícios.

Foi uma pesquisa num universo feminino, mas os cientistas britânicos admitem que o resultado serve também para os homens. Eles concluíram que ninguém precisa passar fome ou ficar horas levantando pesos para ter uma vida saudável e longa. Basta cuidar do próprio corpo.

Fonte: http://g1.globo.com

sábado, 13 de setembro de 2008

Hidrolisado de colágeno melhora estrutura óssea

Estudos experimentais desenvolvidos na Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) demonstraram melhora na estrutura do osso em ratas com osteoporose, após a ingestão de um tipo de hidrolisado de colágeno - produto obtido a partir da gelatina e que tem recebido atenção por suas propriedades no tratamento de doenças osteoarticulares.

A nutricionista Elisa Jackix revela que o interesse surgiu com a grande incidência mundial da enfermidade, caracterizada pela redução da massa óssea, que leva ao aumento da suscetibilidade a fraturas.
"O colágeno compreende em média 95% das proteínas dos ossos e é parcialmente responsável pelas propriedades biomecânicas. Por isso, resolvi aplicar o hidrolisado e analisar seus efeitos", esclarece.

A pesquisa foi orientada pelo professor Jaime Amaya Farfán e contou com dois tipos de suplementação alimentar. O primeiro grupo recebeu apenas gelatina e foi considerado como controle. Já o grupo que ingeriu hidrolisado de colágeno teve percentuais de proteína óssea maiores.

As vértebras do grupo que recebeu a maior dosagem de hidrolisado suportaram carga quatro vezes maior em relação às que receberam gelatina, indicando que o produto pode contribuir para uma maior resistência do osso ao esforço e à pressão, na rata doente.

Fonte: Jornal da Unicamp

domingo, 31 de agosto de 2008

Ossos artificiais

Um dos grandes desafios para o desenvolvimento de ossos artificiais é criar materiais que sejam o mais próximo possível do tecido ósseo natural.

As próteses devem ser réplicas não só na aparência como também nas propriedades biológicas e mecânicas. Essa é uma condição importante para o implante ser bem-sucedido e que não sofra rejeição por parte do organismo. Assim, dois novos materiais para a confecção de ossos artificiais desenvolvidos no campus da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, no interior paulista, se transformam em uma boa notícia para a área de implantes ósseos.

O principal diferencial dessas novas próteses cirúrgicas é sua estrutura superficial porosa e a presença de substâncias em sua composição que lhes conferem atividade biológica. Segundo os pesquisadores envolvidos na descoberta, essas características devem proporcionar a fabricação de implantes ósseos mais eficientes e duráveis.

Os materiais – estruturas cerâmicas de alumina e compostos poliméricos de polimetilmetacrilato (PMMA) – já foram submetidos, com sucesso, a testes in vitro e a ensaios com animais, os testes in vivo.

As primeiras cirurgias em seres humanos estão programadas para agosto. Os dois materiais trabalhados pelo grupo da USP já são conhecidos e homologados pelas autoridades médicas para uso em implantes.

São previsíveis em relação à sua ação no organismo e estáveis biologicamente. O que os pesquisadores fizeram foi modificar as propriedades da cerâmica de alumina e do PMMA.

“Criamos uma peça com diferentes níveis de densidade, com um núcleo denso integrado a uma superfície porosa. Essa porosidade é importante porque facilita a vascularização e acelera a adesão dos tecidos ósseos e musculares ao implante”, explica Benedito de Moraes Purquerio, da Escola de Engenharia de São Carlos da USP. Os poros existentes na superfície da prótese permitem que o osso cresça para dentro do implante, aderindo a ele.


Fonte: Revista Pesquisa FAPESP - Anatomia Humana - 20/08/2008

sábado, 12 de julho de 2008

Fortaleça os ossos para evitar osteoporose

Osteoporose é uma doença que afeta principalmente mulheres na pós-menopausa. Os especialistas recomendam que os cuidados para afastar a ameaça do problema, como dieta rica em cálcio e exercícios físicos, deve ser postos em prática desde a juventude, quando a massa óssea está se desenvolvendo. A provisão é necessária porque a partir dos 35 anos, os ossos naturalmente perdem massa. Por isso atenuar a formação do osso nesse período permite desenvolver mais reservas para enfrentar as futuras perdas.

O problema geralmente não causa dor. Assim, os doentes só procuram o médico depois da primeira fratura. Um sinal de que a doença está em um estágio avançado. A osteoporose deixa os ossos como uma colméia que aos poucos tem suas paredes corroídas, tornado-se esburacadas, frágeis e quebradiças. Devido a complicações decorrentes de fraturas e provocadas pela imobilidade, estima-se que cerca de 12% dos pacientes morrem no primeiro ano após terem sofrido uma queda.

Mal também afeta os homens

Os homens também devem ficar atentos à saúde dos ossos, pois estão vulneráveis ao mal, que se desenvolve de forma semelhante, porém anos mais tarde. Dados do Ministério da Saúde indicam que um em cada oito homens no Brasil tem o problema depois dos 65 anos. Isso ocorre porque os hormônios masculinos, como a testosterona, que, entre outras coisas, barra o desgaste ósseo, tem suas taxas reduzidas como o avançar da idade, e não bruscamente como ocorre com as mulheres na menopausa. Fumo e álcool em excesso, também são culpados pela osteoporose masculina.

Entenda o intricado processo por trás da produção óssea e como a osteoporose lesa esse mecanismo
O osso sofre microlesões a todo o instante. Elas estimulam células chamadas de osteoblastos a secretarem uma substância o rank ligante, que transforma os pré-osteoclastos em osteoclastos, uma outra categoria celular.
Os osteoclastos produzem enzimas e outras moléculas que desgastam a matriz óssea liberando cálcio para a corrente sanguínea. É a reabsorção óssea.
A reabsorção leva os osteoblastos a expelirem a osteoprotegerina, uma substância que bloqueia o rank ligante. Isso desestimula o trabalho dos osteoclastos. Na mesma hora os osteoblastos começam a produzir proteínas, como colágeno, para preencher os buraquinhos detonados pelos osteoclastos.

As proteínas formadas em todo esse processo são ávidas pelo cálcio presente no sangue, o que facilita a precipitação dos cristais do mineral. Daí, o osso começa a se calcificar.


Prevenção


Fazer exercícios físicos regularmente. Atividades esportivas aeróbicas são as mais recomendadas.
Dieta com alimentos ricos em cálcio - como leite e derivados; verduras, como brócolis e repolho, camarão, salmão e ostra.

Fonte:

http://www.aace.com/

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Osteoporose

Definição

A Osteoporose é um distúrbio osteometabólico caracterizado pela diminuição da densidade mineral óssea, com deterioração da microarquitetura óssea, levando a um aumento da fragilidade esquelética e do risco de fraturas.

A partir de 1994, a OMS (Organização Mundial da Saúde) classificou a osteoporose em mulheres da raça branca na pós-menopausa, considerando os valores de densidade óssea, conforme referido em diagnóstico a seguir.

As principais manifestações clínicas da osteoporose são as fraturas, sendo as mais freqüentes as de vértebras, fêmur e antebraço.

Estas têm grande importância na sociedade brasileira considerando o seu envelhecimento progressivo com graves conseqüências físicas, financeiras e psicossociais, afetando o indivíduo, a família e a comunidade.

Atinge homens e mulheres com predominância no sexo feminino com deficiência estrogênica e indivíduos idosos.

Epidemiologia

A prevalência de osteoporose e incidência de fraturas variam de acordo com o sexo e a raça. As mulheres brancas na pós-menopausa apresentam maior incidência de fraturas.

A partir dos 50 anos, 30% das mulheres e 13% dos homens poderão sofrer algum tipo de fratura por osteoporose ao longo da vida.

Estudos realizados no Brasil evidenciam incidência similar, especialmente na população branca; porém, deve-se considerar a grande miscigenação da população brasileira tendo em vista a menor incidência de fraturas nos indivíduos da raça negra.


Diagnóstico

História Clínica:

É fundamental uma investigação minuciosa dos fatores de risco para osteoporose e para fraturas.

Deve-se considerar a avaliação de mulheres na pós-menopausa que apresentem um ou mais fatores clínicos de risco citados anteriormente, após 65 anos independentemente da presença de fatores de risco, e em homens com fatores de risco para fraturas.

Uma fratura por trauma mínimo ou atraumática em adulto (40 a 45 anos de idade ou mais) é de extrema importância clínica, pois estabelece uma susceptibilidade ímpar para fraturas e prediz, fortemente, o potencial para futuras fraturas.

Os fatores de risco para baixa massa óssea não são sensíveis o suficiente para diagnosticar ou excluir a osteoporose.

Apenas as medidas de densidade mineral óssea podem identificar os pacientes com massa óssea reduzida.

No entanto, a avaliação de fatores de risco clínicos pode ser útil para as seguintes situações:

– identificar mulheres de elevado risco para fraturas;
– aumentar a conscientização sobre osteoporose;
– desenvolver estratégias sociais para a prevenção de fraturas e tratamento da osteoporose.

Relacionam-se, abaixo, os fatores de risco clínicos para osteoporose e fraturas:

Fatores Maiores:

– sexo feminino;
– baixa massa óssea ;
– fratura prévia;
– raça asiática ou caucásica;
– idade avançada em ambos os sexos;
– história materna de fratura do colo femoral e/ou osteoporose;
– menopausa precoce não tratada (antes dos 40 anos);
– tratamento com corticóides.

Fatores Menores:

– amenorréia primária ou secundária;
– hipogonadismo primário ou secundário em homens;
– perda de peso após os 25 anos ou baixo índice de massa corpórea
(IMC < 19 kg/m2);
– tabagismo;
– alcoolismo;
– sedentarismo;
– tratamento com outras drogas que induzem perda de massa óssea como a heparina, varfarina, anticonvulsivantes (fenobarbital, fenitoína, carbamazepina), lítio e metotrexate;
– imobilização prolongada;
– dieta pobre em cálcio;
– doenças que induzem a perda de massa óssea.

Fonte:

Consenso Brasileiro de Osteoporose – Rev Bras Reumatol – vol.42- nº 6- Nov/dez 20002