terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Governo estima que mais de 250 mil pessoas têm HIV e não sabem
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Exercícios vs Resfriado

Muitos ávidos atletas seguem suas próprias regras, e parece que muitos, como Michael Joyner, pesquisador de exercícios na Mayo Clinic, nadador e corredor, decidem continuar a fazer ginástica se for possível. - Posso lhe dizer que, a não ser que esteja realmente muito mal, continuo a malhar, mas talvez me contenha um pouco - disse Joyner. - Acho que esta seria a resposta para a maioria dos tipos relativamente obstinados da velha-guarda da malhação. Se estiver com febre evidente e dores musculares, faço muito pouco ou tiro um ou dois dias de descanso, mas eu realmente precisaria estar muito mal para faltar mais do que isso.
Bill Schaffner, chefe do departamento de medicina preventiva na Universidade de Vanderbilt e membro da diretoria da Sociedade de Doenças Infecciosas, disse que não sabia de nenhum estudo que analisasse a questão.
Schaffner descreveu a si mesmo como um corredor que percorre alguns quilômetros por dia e freqüenta academias para treinamento resistido. E continua seus exercícios quanto está resfriado.
Exercício faz com que se sinta melhor, disse. Ele especula que talvez seja porque seus vasos sangüíneos se dilatam quando se exercita. - Acho que o exercício acelera uma rota de recuperação - destacou Schaffner. - É claro, reconheço que poderia estar a caminho da recuperação de qualquer forma. Mas não consigo pensar num motivo pelo qual o exercício me afetaria de maneira adversa.
Embora não soubessem, as estratégias de pessoas como Schaffner e Joyner são apoiadas por dois estudos pouco conhecidos que foram publicados uma década atrás nas revistas Medicina e Ciência e Esportes e Exercícios. Os resultados dos estudos foram tão favoráveis ao exercício que até os pesquisadores se surpreenderam.
Os estudos começaram, disse Leonard Kaminsky, fisiologista do exercício na Universidade Ball State, quando um treinador da universidade, Thomas Weidner, perguntou o que deveria dizer aos atletas quando pegassem resfriados.
As pesquisas revelaram que não há diferença nos sintomas entre os que se exercitam quando estão resfriados e aqueles que descansam. E não houve diferença no tempo que levaram para se recuperarem do resfriado. Mas quando os que se exercitaram avaliaram seus sintomas, disse Kaminsky, "pessoas disseram que se sentiam bem e, em alguns casos, se sentiam até melhor".
Fonte: Jornal do Brasil
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Proteínas Que Recuperam Ossos

Fonte: Agência FAPESP
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Estudo inglês comprova que comer vegetais faz baixar pressão arterial

O foco principal da pesquisa foi a quantidade e a fonte das proteínas ingeridas pelos participantes. As proteínas são elementos essenciais à formação e à manutenção das estruturas do corpo humano, podendo ser obtidas através da ingestão de produtos animais ou vegetais. Pesquisas anteriores haviam mostrado que as pessoas que comiam mais proteínas de origem animal apresentavam mais frequentemente hipertensão arterial.
A pesquisa inglesa, publicada na revista "Archives of Internal Medicine", não confirmou esses resultados, não existindo relação entre o consumo de carne e a ocorrência de hipertensão, porém mostrou que a preferência por vegetais pode ajudar a baixar a pressão sanguínea.
Os indivíduos que consumiam proteínas de origem vegetal preferencialmente tinham níveis de pressão arterial mais baixo do que os que preferiam as carnes. Os pesquisadores acreditam que os aminoácidos, componentes básicos das proteínas, estão por trás do efeito benéfico da ingestão de vegetais. Outro elemento da dieta que pode estar envolvido na regulação da pressão arterial, segundo os cientistas, é o magnésio.
De qualquer forma os resultados reforçam as recomendações por uma dieta equilibrada e rica em vegetais para manter a saúde.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
A Recuperação Pós-Exercício

Fonte: Portal da Educação Física
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Chocolate amargo tira o sono antes de dormir, dizem especialistas

Chocolate contém cafeína, como muitos sabem, mas em quantidades que variam de acordo com o tipo. Uma barra de chocolate ao leite de 450 gramas, por exemplo, contém 9 miligramas, cerca de três vezes mais cafeína que uma xícara de café descafeinado. Porém, uma barra de chocolate amargo tem muito mais: cerca de 30 miligramas. Isso equivale a uma xícara de chá instantâneo, e um pouco menos que uma xícara de chá a granel, cerca de 40 miligramas.
Em outras palavras, um chocolate amargo, ingerido tarde da noite, pode deixá-lo contando ovelhinhas por horas.
Além disso, o chocolate tem outros estimulantes. Um deles é a teobromina, um composto que torna o chocolate perigoso para cães e gatos, pois eles o metabolizam de forma muito lenta. A teobromina aumenta os batimentos cardíacos, causa insônia e é encontrada em pequenas quantidades no chocolate, especialmente o amargo. A Fundação Nacional do Sono recomenda não consumir chocolate – assim como café, chá e refrigerante – antes de dormir.
No entanto, existe uma alternativa. O chocolate branco não contém nada de teobromina e possui uma quantidade insignificante de cafeína.
Fonte: WWW.G1.com.br
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Varizes Atingem Homens E Mulheres Cada Vez Mais Jovens
A surpresa não era para menos. Suas pernas não apresentavam as veias alongadas, tortuosas e dilatadas que ela reconheceria como varizes --nem as pequenas veias avermelhadas conhecidas por vasinhos. Com exceção da dor e de uma coceirinha incômoda durante os exercícios, a bancária não apresentava outros sintomas característicos de varizes, como inchaço e ardor, e chegou a duvidar do diagnóstico.
Mas o resultado do ultra-som usado para medir o diâmetro das veias não deixou dúvida sobre o estágio de dilatação de suas varizes e a necessidade de removê-las. "Fiquei preocupada sobre como será esse problema no futuro, pois só tenho 24 anos e nenhum filho", conta.
O angiologista e cirurgião vascular Fernando Soares Moreira está acostumado com semblantes surpresos no seu consultório. "Algumas pessoas têm varizes enormes e nenhum sintoma, ao passo que muitas não têm nenhum vasinho aparente e sintomas graves. Mesmo imperceptíveis, elas podem atrapalhar a circulação", diz. A afirmação serve de alerta para quem apresenta os sintomas, mas não sabe de onde eles vêm e, por isso, não procura ajuda.
Vários são os mitos que rondam as varizes. Um dos mais sólidos é que a doença é coisa de mulher de meia-idade que já teve filhos. Apesar de atingirem quatro vezes mais mulheres e serem quase regra durante a gravidez, as varizes estão presentes em 20% a 30% da população, incluindo os homens. Segundo os médicos, a idade dos pacientes vem caindo.
Hoje, 80% dos pacientes de Fernando Moreira têm entre 15 e 27 anos. O dado é alarmante, já que a doença tende a piorar com o tempo. Fatores externos evitáveis, como uso precoce de anticoncepcionais, ficar sentado no trabalho e sedentarismo são os culpados pela diminuição da faixa etária, acredita o médico. O estilo de vida é determinante, mas a hereditariedade é o principal fator de risco. "Quem tem parentes com varizes apresenta o dobro de chances de desenvolver a doença", diz o cirurgião vascular André Luiz Pinotti.
Origem
As varizes começam quando as válvulas venosas --por onde o sangue retorna das extremidades do corpo para o coração-- perdem a elasticidade e dilatam de modo a não conseguir mais cumprir sua função. O sangue passa, então, a refluir, o que provoca mais dilatação e refluxo, levando à formação de varizes.
Apesar de serem a principal reclamação das mulheres, os vasinhos são um problema puramente estético, mas podem estar associados a varizes.
O tratamento alivia os sintomas e previne a evolução da doença --que pode resultar em trombose venosa, dermatites ou mesmo úlceras, segundo Pinotti-- e sua escolha depende da veia a ser tratada. A escleroterapia (injeção de uma solução dentro dos vasos) "seca" a veia, permitindo que ela seja reabsorvida pelo corpo. O procedimento dura cerca de 20 minutos e não exige repouso. Uma nova técnica com aplicação em forma de espuma potencializa o efeito do remédio e pode ser usada com sucesso em varizes de médio calibre.
Já a cirurgia convencional é indicada para retirada de varizes com grosso calibre, que já acarretam problemas funcionais. Geralmente, é feita com anestesia local, e as varizes são retiradas por pequenos cortes na pele. O paciente pode ficar um dia internado, retomando a rotina em uma semana.
Hoje, a cirurgia de varizes a laser é a queridinha dos consultórios, já que é menos invasiva e oferece recuperação mais rápida. Nela, uma microfibra ótica com laser de iodo é introduzida na veia doente. Ela fecha totalmente as paredes, e o organismo desvia o sangue para veias saudáveis.
Após mais de uma década trabalhando em pé, o vendedor Tamyr Youssef El Kouri, 36, assistia ao aumento das varizes das pernas, mas foi só a dor incessante que o fez tomar uma atitude. "Tinha medo da cirurgia e não queria ficar afastado da academia", conta.
Na consulta, descobriu que quase sempre os pacientes recebem alta no mesmo dia e o tempo de recuperação varia de três a 15 dias. "Só precisei ficar fora da academia um mês", diz.
É Hora de Procurar um Especialista se:
Como Evitar
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Hipertrofia vs Inflamação

Na literatura científica, observa-se um grande volume de publicações indicando que a ativação de vias inflamatórias possui papel essencial na hipertrofia do músculo esquelético (Bondensen et al. 2006; Otis et al. 2005; Serrano et al. 2008). Tais efeitos parecem ser parcialmente mediados pela ativação de ciclooxigenases, (ex. COX-2), especialmente em músculos de contração lenta (ex. sóleo) (Bondensen et al. 2006).
Essa ação mediada pela musculatura esquelética parece exercer funções autócrinas (nas próprias células em que foram produzidas), parácrinas (em células vizinhas) e até mesmo endócrinas (ação sistêmica). Recentemente, foi demonstrado que a interleucina-6 é capaz de ativar células satélite na musculatura esquelética, participando fundamentalmente do processo de hipertrofia (Serrano et al. 2008).
Se a contração muscular per se é capaz de aumentar a produção de citocinas envolvidas no trofismo, então talvez a inflamação relacionada a sistemas de reparo não seja a única explicação para o fenômeno. Corroborando tal informação, observa-se na literatura científica relatos de hipertrofia muscular após a realização de um programa de treinamento de força, mesmo na ausência de dano muscular e respostas inflamatórias (LaStayo et al. 2007).
Fonte: Proximus Tecnologia
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Cego Atravessa Labirinto Em Estudo Sobre Sexto Sentido

O homem, identificado apenas como TN, usou sua intuição para andar em um corredor com cadeiras e caixas, sem esbarrar em nenhuma delas, usando mecanismos "escondidos" do cérebro.
O estudo sugere a existência de recursos subconscientes no cérebro que podem ajudar na realização de tarefas que acreditamos não ser possíveis.
TN ficou cego por causa de lesões sofridas no córtex visual nos dois hemisférios do cérebro, após uma série de derrames.
Seus olhos são normais, mas seu cérebro não consegue processar a informação enviada por eles, tornando-o cego.
O paciente, no entanto, já era conhecido por ter o que é chamado de “visão cega” – a habilidade de detectar coisas em um ambiente mesmo sem estar ciente de que consegue vê-las.
Ele responde, por exemplo, às expressões faciais de outras pessoas, mas anda com a ajuda de uma bengala para identificar obstáculos e pede ajuda a outras pessoas quando está dentro de edifícios.
Uma gravação em vídeo mostra TN completando o “circuito de obstáculos” montado pelos cientistas “sem cometer falhas”, e sem a ajuda de uma bengala ou de outra pessoa.
A pesquisadora-chefe do estudo, Beatrice de Gelder, da Tilburg University, na Holanda, e da Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos, disse que TN “não estava ciente de que estava fazendo nada excepcional” e acreditava que tinha apenas andado em linha reta por um longo corredor.
Essa é uma mensagem importante particularmente para aqueles com lesões no cérebro, disse ela. “Você pode perder toda a sua visão cortical, mas ainda manter alguma capacidade de se mover dentro e fora sem se prejudicar”, disse ela à BBC.
“Isso mostra a importância desses antigos caminhos visuais que evoluíram. Eles contribuem mais do que pensamos para que a gente funcione no mundo real.”
A pesquisa foi realizada em parceria com pesquisadores da Grã-Bretanha, Suíça e Itália.
Fonte: BBC Brasil
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Dieta para emagrecer reduz resistência a gripe, diz estudo
Segundo a equipe, mesmo os ratos submetidos à dieta especial que receberam uma quantidade adequada de vitaminas e minerais ainda não conseguiram produzir a quantidade de glóbulos brancos do sistema imunológico necessárias para combater uma infecção.
Além de uma maior probabilidade de morrer vítima da contaminação por um vírus, os ratos - que consumiam cerca de 40% das calorias dadas aos submetidos a uma dieta normal - levaram mais tempo para se recuperar, perderam mais peso e tiveram outros sintomas de saúde precária.
"Nossa pesquisa mostra que ter um organismo disposto a combater um vírus vai levar a uma recuperação mais rápida e efeitos menos severos que do que se ele está tendo calorias restringidas", disse a autora do estudo.
Os especialistas recomendam que mesmo as pessoas vacinadas deveriam evitar dietas para emagrecer quando o clima é frio.
"Se uma variedade de gripe infecta uma pessoa e é diferente da variedade incluída na vacina, então seu corpo vê como uma infecção primária e pode produzir os anticorpos para lutar (contra a infecção)", afirmou Gardner.
Os cientistas afirmam que a pesquisa não deve representar uma carta branca para que as pessoas evitem dietas durante todo o ano, mas para se concentrem na perda de peso nos outros oito meses do ano, quando o vírus da gripe não se prolifera tão facilmente.
Para o professor John Oxford, especialista em gripe da Escola de Medicina e Odontologia Queen Mary, em Londres, o "bom senso" deve prevalecer no inverno.
"Existem muitos vírus e, embora pudesse ser melhor evitar aqueles doces de Natal, esse (o inverno) não é o momento para pensar em dieta", afirmou.
A pesquisa foi publicada na revista especializada Journal of Nutrition.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Proteína Em Células-Tronco Musculares Pode Ser Caminho Para Tratar Distrofias

Experiências realizadas in vitro mostraram que a proteína eIF5A (fator de início de tradução de eucariotos 5A) está envolvida com o processo de diferenciação de células-tronco presentes na musculatura esquelética - músculos ligados aos ossos que são responsáveis pela locomoção.
"Diferenciação celular é o processo em que uma célula sofre alterações moleculares e celulares em associação ao desenvolvimento de um novo tipo celular", explica o farmacêutico e bioquímico Augusto Ducati Luchessi.
"Após a ocorrência de uma lesão muscular essas células-tronco, também chamadas de células satélites, são ativadas e se diferenciam para regenerar o tecido lesionado", complementa. Seu estudo acaba de ser publicado no Journal of Cellular Physiology e pode ser um caminho para o tratamento das distrofias musculares.
Proteína Enigmática
Ainda pouco estudada, a proteína eIF5A é conhecida no meio científico como "enigmática", pois é a única descrita na natureza que possui em sua composição um resíduo de aminoácido chamado hipusina.
"A proteína eIF5A foi descoberta em 1976 e está envolvida com o processo de síntese protéica, mas sua função exata ainda é desconhecida", conta Luchessi.
Distrofia Muscular
Fonte: Diário da Saúde
sábado, 3 de janeiro de 2009
Caminhada melhora a qualidade de vida dos cães e de seus donos
O estudo apontou que 41% dos proprietários de cães caminham 18% a mais do que os sem-cachorro. Naquele país, 40% da população têm cães, o que significa um total de 3,1 milhões de caninos, mostrou o levantamento. O simples fato de ter um cachorro, para muita gente, já representa uma melhora significativa no dia-a-dia. A troca de afeto e a convivência com o animal representam, muitas vezes, o ânimo que faltava para conduzir tarefas simples do cotidiano como sair de casa, conversar com vizinhos sobre assuntos amenos e fazer amigos. Os cães unem pessoas numa espécie de confraria.
Deve-se observar que, levar o cão para passear e caminhar, no entanto, são coisas completamente distintas. Enquanto passear é sair com o animal alguns minutos para que faça suas necessidades, caminhar ao lado do animal, especialmente aqueles que vivem em apartamentos, ajuda no processo de socialização, combate à obesidade, osteoartrite, doenças cardiovasculares, doenças hepática e mesmo na resistência à insulina. No animal e no dono.
Exames para ambos antes de sair para as caminhadas, recomendam os especialistas, é necessário que dono e animal passem por avaliações médicas - incluindo exames como eletrocardiograma e hemograma - com atenção especial para diabéticos e hipertensos. Os cães devem ser levados a um veterinário para fazer um eletrocardiograma. Esse exame vai determinar o ritmo das passadas e a condição física do animal. Animais com mais de sete anos, que são considerados idosos, assim como obesos, devem ser submetidos a avaliações criteriosas para checar a existência de doenças pertinentes à condição, como displasia coxo-femural, problemas de coluna e cardíacos.
Há ainda outros cuidados que devem ser tomados, como a escolha do horário mais indicado, de preferência num momento de pouco sol, já que o calor pode machucar as patas dos animais. A respiração ofegante do cão e a resistência em continuar o trajeto devem ser respeitadas.
Para mostrar ao cão a diferença entre passeio e caminhada, é preciso adotar uma postura séria, com comandos mais firmes. As paradas do cão, tão comuns nos passeios, devem ser abolidas para que se mantenha um ritmo adequado ao cachorro e ao dono. Nas caminhadas, fique atento para evitar acidentes com crianças e pessoas idosas. Use sempre os equipamentos de segurança, como coleiras e, no caso de determinadas raças, focinheiras. Manter a vacinação em dia se faz necessário e recolher as fezes do animal é um ato de educação e convívio social.
Para garantir o bem-estar de seu melhor amigo, é importante fazer com que ele beba água em pequenas quantidades e urine antes de começar a caminhada. É importante o dono segurar a coleira de maneira firme, do lado esquerdo, e manter a postura ereta. Não deixe de recompensar o cão após a caminhada com um petisco canino para condicionar o bom comportamento.
Como dicas básicas para os donos, estão o uso de roupas confortáveis e tênis, alongamento antes e depois da caminhada; hidratação antes, durante e após a prática, e a escolha de um local adequado para a caminhada, longe de calçadas esburacadas e ruas movimentadas. O ideal é manter a meta de 30 minutos por caminhada, cinco vezes por semana, pelo menos.
Sedentários devem começar caminhando três vezes por semana, por 30 minutos, para que o corpo se ajuste à nova rotina de exercícios. A partir da segunda semana, o praticante deve aumentar o tempo em 10 minutos, para que, após um mês do início da atividade, chegue a 60 minutos de caminhada por dia.
Lembrem-se: A busca de orientação especializada, se faz necessária, tanto no âmbito clínico como no técnico!
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Exercícios vs Resfriado

- Essas questões não foram realmente estudadas - disse Aaron Glatt, porta-voz da Sociedade de Doenças Infecciosas e presidente do Hospital New Island em Bethpage, em Nova York.
Fonte: Jornal do Brasil
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Carne marinada em álcool reduz risco de câncer, diz estudo
Segundo os pesquisadores, marinar a carne por várias horas antes de fritá-la pode reduzir bastante os níveis de uma substância carcinogênica produzida na carne durante o processo de fritura. O processo de cozimento dos alimentos aumenta os níveis dos compostos chamados amino-heterocíclicos (HA), que podem provocar tumores cancerígenos.
Segundo a pesquisa, relatada na última edição da revista New Scientist, ao marinar a carne por seis horas em cerveja ou vinho tinto, os níveis de dois tipos de HA após a fritura foram reduzidos em até 90%.
A cerveja foi mais eficiente que o vinho para baixar os níveis de um terceiro tipo de HA, reduzindo significativamente sua concentração após quatro horas, enquanto a mesma redução foi conseguida com o vinho após seis horas.
De acordo com o estudo, publicado originalmente na revista científica Journal of Agricultural and Food Chemistry, a carne marinada com cerveja também apresentou um resultado melhor em testes para avaliar seu cheiro, seu sabor e sua aparência após a fritura.
Alta concentração
Carnes fritas ou grelhadas apresentam normalmente uma alta concentração de compostos HA, formados pela conversão de açúcar e aminoácidos presentes em seu tecido muscular pela ação do calor.
Outras pesquisas já haviam indicado que algumas substâncias como azeite de oliva, suco de limão e alho tinham a capacidade de reduzir a concentração de amino-heterocíclicos em frango grelhado em até 90%.
Também já se conhecia a capacidade do vinho tinto em reduzir os HA em frangos fritos.
Os pesquisadores acreditam que, no caso da carne frita, o álcool teria a capacidade de reduzir a formação de HA ao prevenir que moléculas solúveis em água sejam transportadas para a superfície da carne, onde seriam transformadas no composto carcinogênico no processo de fritura.
Fonte: BBCBrasil.com
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Chocante: Pais Perdem Filhos Para A Obesidade

Depois de instalada, a obesidade deixa portas abertas para outras morbidades, o colesterol, a hipertensão e o diabetes são os mais preocupantes, pois agem de maneira assintomática por um longo período, danificando órgãos fundamentais. E a convivência com uma dessas co-morbidades da obesidade pode provocar sérias complicações com o passar dos anos.
Uma criança obesa aos oito anos de idade, por exemplo, que desenvolve uma complicação associada ao excesso de peso, não irá perceber os sintomas de imediato, mas seus efeitos maléficos certamente estarão presentes, dificultando o funcionamento de órgãos importantes como rins e coração. Essa mesma pessoa quando estiver com quarenta anos de idade, se não tiver mudado seus hábitos, terá sofrido os efeitos da obesidade e suas complicações por trinta e dois anos consecutivos.
Nas gerações passadas onde a vida sedentária não imperava entre as crianças e a oferta de alimentos industrializados não era exagerada, problemas como hipertensão e colesterol alto se manifestavam por volta da sexta década de vida, sendo inclusive, mais facilmente tratados.
Se atitudes práticas não forem tomadas imediatamente, logo estaremos vivendo uma geração onde muitos filhos morrerão antes dos pais em conseqüência de problemas relacionados á obesidade.
Fonte: Portal da Educação Física
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Entenda a ressaca e outros 'sobressaltos' de fim de ano

A ressaca é como o leigo costuma se referir aos efeitos indesejados do excesso de álcool sobre o nosso corpo, principalmente sobre o aparelho digestivo e o cérebro.
De uma vez por todas, vamos deixar de culpar o fígado, que quase sempre leva a culpa pelos sintomas, quando na verdade quem foi mais afetado pelo álcool e pelos excessos alimentares foi o estômago.
O álcool é um potente irritante da mucosa gástrica e pode causar de forma variável dor e náuseas após sua ingestão exagerada.
Após entendermos que o fígado não é o culpado, vamos desmascarar outro mito, o de que existem medicamentos capazes de proteger o fígado dos excessos e evitar os sintomas da ressaca.
Os ditos hepatoprotetores são na maioria das vezes uma associação de analgésicos e digestivos, e até mesmo de estimulantes, que podem diminuir os sintomas, porém muitas vezes agravar a irritação do estômago.
O segredo, se é que existe algum segredo para evitar a ressaca, primeiro é não exagerar na bebida: a sensibilidade ao álcool é individual, variando para cada um de nós. Tomar uma boa quantidade de água, enquanto estiver bebendo, pode ajudar. A alimentação deve ser baseada em alimentos leves e de fácil digestão.
Vamos então a algumas dicas para enfrentar esses dias repletos de eventos e comida farta.
Como encarar as mesas de final de ano com tantas coisas gostosas sem perder a linha?
Primeiro, não tente enganar seu corpo “pulando” refeições ou comendo muito pouco durante o dia para contrabalançar uma festa; chegar a uma festa com fome é igual a comer demais.
Como estamos no verão e as temperaturas andam altas, cuidado com alimentos preparados com antecedência e que não tenham sido armazenados de forma adequada.
Não mude sua rotina, principalmente mantenha as atividades físicas regulares, pois as calorias a mais podem ser queimadas evitando o ganho de peso comum nessa época do ano.
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Visão Influencia Intensidade Da Dor, Diz Pesquisa

Percepção de Perigo
Mas uma possível explicação seria que as reações de proteção do corpo, inclusive a dor, são ativadas de acordo com a percepção implícita do cérebro de que há perigo.
"Se parece maior, parece mais dolorido e mais inchado", diz o pesquisador G. Lorimer Moseley, que participou do estudo. "O cérebro é capaz de muitas coisas maravilhosas baseadas na percepção de como o corpo está e dos riscos aos quais o corpo parece estar exposto."
sábado, 27 de dezembro de 2008
Dedo mindinho dá 50% da força à mão, afirma fisioterapeuta

"Você perderia facilmente 50% da força da sua mão", afirmou Laurie Rogers, terapeuta ocupacional e terapeuta de mão certificada do Hospital Nacional de Reabilitação em Washington. Ela explicou que apesar dos dedos indicadores e médios, junto com o polegar, funcionarem para pinçar e agarrar objetos – fechando zípers, abotoando botões – os dedos mínimos se juntam ao anelares para dar força à mão.
Aprendi isso sozinha no último mês de abril, quando tropecei enquanto fazia jogging e minha figura de 60 quilos esmagou o osso na base do meu mindinho direito, um osso da largura de um lápis. Eu quebrei minha articulação metacarpofalangeana, MCP, onde o dedo se liga à mão.
Cinco meses depois, o dedinho ainda não era capaz de dobrar sozinho. Não conseguia fechar a mão, manusear uma raquete de tênis com controle, segurar direito um pesinho de musculação ou um aspirador de pó. Pelo fato da lesão ter ocorrido na minha mão dominante, escrever era uma tarefa difícil.
Problema comum
Minha situação estava longe de ser especial. Fraturas do dedo mindinho e do seu metacarpo – o osso que se estende da base do dedo até a mão – são duas vezes mais freqüentes que fraturas em qualquer outra parte do dedo ou do metacarpo, incluindo o polegar. Existem poucos dados confiáveis que monitoram lesões no dedo mindinho nos Estados Unidos; as estatísticas são de um estudo de 2003 do "The Journal of Hand Surgery" (volume britânico e europeu) que analisou o equivalente a um ano de dados de uma emergência hospitalar em Amsterdã, Holanda.
A alta incidência de fraturas pode ser atribuída ao status do mindinho, junto com o dedo indicador, como "dedo de fronteira", um "apoio para livros" em relação aos dedos anelares e médios, explicou Dr. Steven Z. Glickel, diretor do C.V. Starr Hand Surgery Center do t. Luke's-Roosevelt Hospital Center em Nova York e presidente da Sociedade Americana de Cirurgia de Mão.
Apesar do dedo indicador "ser, pelo menos, um pouco protegido por estar adjacente ao polegar", continuou o médico, "o dedo mínimo praticamente não tem nenhuma proteção".
Os ossos do dedo mínimo – as falanges distal, média e próximal – são geralmente quebrados em quedas ou quando o dedo é atingido por algo, como uma bola de basquete.
Apesar da rigidez e do inchaço, muitas pessoas não percebem que o dedo está quebrado, então não procuram tratamento.
Fratura oculta
"As pessoas pensam que se não sentem dor e podem mover o dedo, ele não está quebrado", disse Scott G. Edwards, diretor de cirurgia de mão e cotovelo do Georgetown University Hospital. "Isso simplesmente não é verdade."
Os reparos a um dedo mindinho quebrado podem significar pinos, parafusos e placas. Oito dias após minha queda, dois pinos foram colocados através da minha articulação MCP. O procedimento, realizado por Edwards em cirurgia ambulatorial, conectou novamente minha falange próxima e reforçou a articulação central do mindinho, conhecida como articulação interfalangeal próxima, ou PIP. Um gesso foi aplicado da ponta dos dedos até o cotovelo.
Doze dias depois, o gesso foi removido e a reabilitação foi iniciada. Nunca tinha ouvido falar em terapia de dedo, mas ela existe – e é dolorosa.
"Terapeutas de mão fazem com que pareçamos bonzinhos", disse Leon S. Benson, diretor de cirurgia de mão do Evanston Northwestern Healthcare em Illinois. "Estou no consultório, feliz e contente, então digo ao paciente: 'Agora você vai descer para ver Mary Beth, a terapeuta que vai machucar você'."
Os tratamentos incluem aplicação de calor, ultra-som, estímulos neuromusculares, talas e exercícios manuais. Começar a reabilitação logo – dentro de alguns dias ou semanas após a cirurgia – é de extrema importância; sem isso, o tecido cicatrizado pode se expandir e a inchação pode piorar.
Comecei minha terapia rapidamente, mas o terapeuta que me ajudava era gentil demais para manipular meu dedo. Quando finalmente encontrei um substituto competente, meu dedo estava rígido e a cicatrização parecia estar avançando.
O tecido de cicatrização, um tecido conectivo fibroso formador da ferida, é mais proeminente e problemático nos dedos porque praticamente não existe músculo ali, logo os tendões se acomodam diretamente no osso. Acumular tecido de cicatrização no dedo mindinho é como "injetar cola dentro de um relógio", disse Benson. "Trava tudo".
O inchaço também pode retardar a recuperação. "É como tentar dobrar uma grande salsicha", comparou Edwards.
Um exame de ressonância magnética do meu dedo foi realizado depois dos pinos terem sido removidos. O resultado confirmou que o tecido de cicatrização tinha imobilizado os tendões flexores – eles ficam permitem que os dedos se dobrem, como se fôssemos dar um soco. Além de não receber tratamento eficaz rapidamente, a genética pode ter contribuído, já que algumas pessoas formam tecido de cicatrização mais facilmente que outras. De qualquer forma, meu dedo estava travado.
Em outubro, passei por uma tenólise do tendão flexor, durante a qual Edwards conseguiu meticulosamente liberar os tendões. No dia seguinte à cirurgia, comecei a fazer terapia com Rogers. No início do mês, concluí meu tratamento; meu dedinho agora dobra facilmente e a força voltou à minha mão.
Agora, o dedo mindinho tem todo o meu respeito.
Fonte: www.g1.com.br
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Árbitros Podem Favorecer Atletas Que Vestem Vermelho

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Dor Atinge 71,2% Dos Corredores Amadores No Brasil

Mas um estudo feito com 7.731 corredores amadores mostra que a maioria tem muitas dores e lesões devido à atividade --e não sabe se prevenir nem se cuidar corretamente.
É a maior pesquisa com corredores amadores do país, que será apresentada hoje no Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia, em Porto Alegre. O levantamento foi feito pelo Núcleo de Estudos em Esporte e Ortopedia, com a Corpore e a Sociedade Brasileira de Traumatologia Desportiva, a partir de perguntas por e-mail.
Orientação
Fonte: Folha On-line
